26/04/2016

DESIGN VENDE: PENSE LONGE, TRABALHE PERTO.
















É moderno e cômodo pensar que as únicas razões dos baixos índices nas vendas de pãezinhos ou de quaisquer outros produtos ou serviços estão longe de nosso controle. Não seja apenas mais um farelo insignificante dessa massa reclamante. Preste atenção no seu negócio. Tenha certeza de que o atendimento de sua equipe de vendas está sendo feito de forma correta, dinâmica, profissional, entusiasmada e cordial, não apenas quando você está por perto, mas principalmente na sua ausência.

Se você deseja cativar seus clientes e não está conseguindo,
não culpe apenas a instabilidade politica. Acredite na sua empresa e trabalhe. Faça com que seus clientes recebam um atendimento surpreendente, a qualquer momento, longe do convencional e invista para que sua loja ou escritório ofereça um ambiente agradável. Trabalhando aquilo que está ao seu alcance, logo estará vislumbrando novas possibilidades.


Preste atenção no seu negócio, pois teorias, constatações e argumentos carregados de universalidade são importantes, mas podem estar sendo também, usados como desculpa e não uma análise profunda dos reflexos das consequências politicas e econômicas mundiais como parecem.



20/04/2016

DESIGN VENDE: QUEM NUNCA COMEU MELADO NÃO SABE QUE LAMBUZA.
















Existem algumas pessoas que gostam de café amargo. A grande maioria prefere colocar açúcar ou adoçante para deixá-lo a seu gosto. Para essas pessoas, adoçar o café é o modo de deixá-lo melhor.  Adoçar o café muito mais do que o suficiente, não significa que o cafezinho ficará infinitamente mais gostoso, ao contrário, o deixará saturado, um melado que provavelmente ninguém sentirá prazer em saborear.

Ao falamos de cafezinho parece óbvio que o excesso não é, nunca foi e nunca será uma garantia de qualidade. Quando se trata de comunicação visual, entretanto, parece não haver tamanha obviedade assim. Caso contrário, não veríamos tantas empresas que, estando ou não em promoção, penduram dezenas de bandeiras e banners em tudo quanto é lugar, resultando em algo parecido com um eterno baile de carnaval. É muito comum também ver, logotipos aplicados em exaustão e sem nenhum critério, espalhados, pelas ruas, fachadas, lojas, frotas e impressos.

Não podemos imaginar que o público aceitará positivamente qualquer ação mal realizada, seja porque ele é de um perfil simples ou porque a empresa não dispõe de verba suficiente. Não podemos transformar ações quentes em comunicação visual em um cafezinho melado e frio.


19/04/2016

DESIGN VENDE: A UM PASSO DA QUALIDADE
















Li certa vez uma frase que resume bem qual é o segredo de pessoas e empresas a quais podemos chamar de vitoriosas. Era mais ou menos assim:“Quem faz somente aquilo que lhe é pago, não merece nem o quanto recebe”. Ou seja, não basta simplesmente oferecer produtos e serviços de qualidade, para que realmente se tenha sucesso, é preciso ir um passo além e apresentar um ponto de diferenciação, que chame a atenção dos clientes, cativando-os e mantendo-os fiéis a marcas.


Empresas que se limitam a praticar o marketing da cartilha tradicional, atuam como se estivessem apenas procurando “vender o peixe”.  As que estão preocupadas com o seu futuro, prestam muita atenção no presente, não ficam apenas tentando seguir tendências e sim criando tendências. Não se limitam a “vender o peixe”, elas buscam “vender a experiência de desfrutar de um linguado grelhado com ervas frescas e champignon”. Ou seja, proporcionar ao cliente, uma experiência sensorial memorável.

18/04/2016

DESIGN VENDE: O DESIGN ESTÁ EM TUDO



Lançamento do primeiro vídeo DATAMAKER DESIGN
que estará semanalmente disponível no nosso site

DESIGN VENDE: DETALHES FORMAM O TODO
















Uma loja é composta pela somatória de muitos detalhes e quando se fala em design, fatalmente se fala sobre como estes formam o todo. Na maioria das vezes, eles são imperceptíveis, mas mesmo inconscientemente, eles pesam e têm poder decisório sobre aquilo que se gosta ou não.

Estar sempre atento aos detalhes do ponto de venda é fundamental e eles devem ser constantemente verificados. As cadeiras são confortáveis? Existem lâmpadas queimadas? A espera para o atendimento não está muito longa?  Há toalhas nos banheiros? Os mesmos estão limpos durante todo o período de atendimento? O público é exigente. Os detalhes são pequenos e a concorrência é grande. É preciso capricho em tudo.



15/04/2016

DESIGN VENDE: A MARCA PRECISA TER UM PROPÓSITO
















Atualmente as empresas de varejo buscam estratégias que permitam construir marcas consistentes, ou seja, com posicionamento e propósito de valor. O posicionamento define o público alvo. O propósito, por outro lado, é o que faz a marca ser lembrada, levando o cliente à loja. Construir uma marca com propósito de valor significa gerar engajamento entre todas as pessoas que têm contato com esta marca, materializando o compromisso de entregar o prometido pela marca, todos os dias na loja.

14/04/2016

DESIGN VENDE: BONITA DE DIA, ENCANTADORA À NOITE.
















Uma loja deve apresentar visibilidade e legibilidade, tanto para quem caminha pela calçada ou pelo corredor de um shopping, como para quem trafega pela rua de carro. A identificação da loja não deve acontecer apenas quando se
está muito próximo dela ou quando se chega em frente dela. Se isto acontecer, na maioria das vezes, é devido às cores aplicadas na fachada ou pelo mal dimensionamento do luminoso.

Quando se utiliza uma cor muito escura na fachada de uma loja, obtém-se um visual pesado mesmo durante o dia, agravando-se à noite. Erros na definição no tamanho e/ou no grau de luminosidade do luminoso ou da iluminação
externa, fazem com que fachadas se apresentem sem vida e sem luz, não contribuindo na presença da loja, no fortalecimento da marca, na divulgação dos produtos e nem no embelezamento da cidade.

Preste atenção na fachada de sua loja e analise como ela é vista de dia, à noite, de perto e, principalmente, de longe. Para se ter uma fachada vendedora, o ideal é aplicar, preferencialmente, cores claras e marcantes

e ter luminosos com iluminação no ponto certo. As cores claras garantem a beleza e a luminosidade correta proporciona destaque e encanto à loja.

12/04/2016

DESIGN VENDE: A POLUIÇÃO VISUAL SÓ CONFUNDE E NÃO VENDE NADA.



Quando tentamos falar tudo o que desejamos de uma só vez, o normal é que engasguemos ou que tenhamos que repetir tudo várias vezes e com calma, até sermos claramente compreendidos. Com a comunicação visual acontece o mesmo. Para que se obtenha a atenção, a compreensão e a memorização do público, é preciso ter clareza e objetividade.

Cartazes, banners, posters, quadros de avisos e outras formas de comunicação, devem ser usados com cuidado no interior do PDV. Caso contrário eles só ajudarão a poluir visualmente, ao invés de comunicar algo de novo e imperdível. Por isto, analise bem, se realmente é necessário adicionar mais um cartaz à parede ou se o melhor não seria juntar mais informações em um único cartaz bem feito. Ande por sua loja ou escritório e veja se não existem cartazes que já caducaram, seja pelo tema, data ou mesmo pelo próprio estado físico do cartaz.

É muito mais fácil sentir a força de um aviso ou um anúncio fixado em uma parede, quando ele está sozinho, destacado pela sua própria presença, do que sendo mais um no meio de dezenas. Algo como uma agulha no palheiro.

Em comunicação visual MENOS sempre é MAIS.

11/04/2016

DESIGN VENDE: VIDA DE MÃO DUPLA
















No Livro Completo de Etiqueta de Amy Vanderbilt, a famosa milionária americana dos anos 50, oferece regras para todas as situações comuns na vida, notei que o tal livro merece realmente ser chamado de completo, pois procura mostrar sempre os dois lados de uma mesma situação.

Em um determinado capítulo do pesado livro, por exemplo, a autora ensina como chegar a uma festa da qual você é um completo desconhecido dos outros convidados. Mais adiante, em um outro capítulo, conferi que, ao dar as dicas de como ser um bom anfitrião, Mrs. Vanderbilt volta àquela situação anterior, agora sob o ângulo de visão oposto, o do anfitrião, para que ambos saibam como agir nessa embaraçada circunstância.

O sincronismo da autora demonstra que na vida, a lei da ação e reação é soberana, fazendo com que nossos atos dependam muitas vezes, de como seremos tratados pelo outros. Se repararmos bem, vivemos sempre esperando que os outros tenham, de alguma forma, uma reação idealizada por nós, que às vezes acontece, mas que quase sempre, fica na esperança, caso não sejamos proativos.

A vida é uma via de mão dupla. Para que um cliente valorize uma empresa, é preciso que ele seja valorizado por ela. Será que você está trabalhando e investindo em seu negócio o suficiente para que ele se destaque no mercado, vença a concorrência, chame a atenção do público, seduza o cliente, fazendo com que ele seja bem atendido, receba a devida atenção após a compra e se sinta valorizado para que volte a comprar em sua loja? Pense nisso.



08/04/2016

DESIGN VENDE: COMUNIQUE A VERDADE E NÃO TREMA AO SER DESCOBERTO.
















A identidade e a comunicação de uma empresa, marca ou produto precisam ser verdadeiras. Não devemos divulgar fatos irreais, como também, não podemos ser tímidos a ponto de não comunicar todas as qualidades reais oferecidas, pois assim, dificilmente teremos um crescimento proporcional, e justo, à qualidade oferecida. O tempo necessário para que, através de uma divulgação informal, o público descubra a qualidade por si só, pelo acaso ou pela experimentação, é muito grande, significando perda de oportunidades, de crescimento para a empresa, marca ou produto.

Descubra qual é o diferencial de sua empresa e comunique-o. Pode-se utilizar para isto, um gerenciamento eficiente de marca, estratégias de marketing, uma publicidade pertinente e um bom design aplicado. O importante é comunicar. Deixe bem claro se o seu atendimento é diferenciado, se o design é ergonômico, se o aparelho é de última geração, se o sabor é natural ou se a sua empresa é sustentável.

Não pense que as qualidades de seus produtos ou de seus serviços são tão obvias para o seu público como são para você, a ponto de achar que não é necessário divulgá-las. O público normalmente não tem a mesma percepção que você gostaria que ele tivesse.

Entretanto, se as qualidades divulgadas aos quatro cantos não são verdadeiras, isto é propaganda enganosa. O tempo e o dinheiro perdidos na tentativa de recuperação da imagem da empresa serão enormes. Por isso precisamos ser verdadeiros. Comunicar sim, mas com o cuidado de não mentir sobre as qualidades das empresas, dos produtos e serviços oferecidos.  Lembre-se: As pessoas não são tão ingênuas, como se imagina. Mais cedo ou mais tarde, acabarão descobrindo a verdade.


07/04/2016

DESIGN VENDE: O DESIGN ESTÁ EM TUDO.
















Dizer que o design está presente em tudo, parece até exagero, mas quando começamos a reparar em nossa volta, vemos em cada ambiente, cada objeto, cada informação, o resultado concreto do trabalho de designers de ambiente, designers de produto e designers gráficos. Experimente. Olhe para os lados enquanto lê este texto e repare a sua volta.

Vejo a materialização de um projeto de design de ambiente no escritório onde estou, desde o piso, até as paredes. Vejo o design de produto presente na luminária italiana que ilumina a área de trabalho, na clássica caneta Montblanc e no moderno cinzeiro cromado usado como porta-clips. Vejo o design gráfico no tipo Arial com qual estou escrevendo, nas capas dos livros de arte que estão na prateleira próxima, no logotipo Pentel do marcador amarelo. Sem contar o resto de objetos que estão sobre a mesa, inclusive ela. E também, sem falar nas infinitas coisas que estão em minha volta neste momento, incluindo a cadeira a qual estou sentada.

Este exercício de descoberta do design pode ser feito em casa, no escritório, no elevador, na rua, num parque, em uma loja, em uma fábrica, em uma igreja, dentro de um carro, de um avião, de um trem, de um navio, andando de bicicleta, de carroça, de tênis, de sapato, de bota e vai pelo mundo afora. O design é que nem uma sombra que o persegue aonde for ou como a lua acompanhada por uma criança que segue dentro de um carro numa viagem feita sob um céu estrelado.

Assim como existem construções que apenas abrigam e obras de arquitetura que além de abrigar, fazem história, existe o design que apenas cumpre a função necessária, enquanto outros além de cumprir a função, fazem história e viram grandes cases. É bom trabalhar com algo que todos necessitam e que ainda pode entrar para a história. O design, através da experiência, informação e talento pode realizar os sonhos das pessoas. As empresas, marcas e produtos que, através da criatividade do design, criam atratividade suficiente para comprovar sua competência em realizar estes sonhos, têm diante de si, abertas as portas do sucesso.



06/04/2016

DITO & FEITO : PROJETO DATAMAKER PARA LOJA IMPACTO

DITO & FEITO : PROJETO DATAMAKER PARA MERCADO GREGOLIN

DESIGN VENDE: SUA EMPRESA É VELHA, MADURA OU INOVADORA?
















Analisando os três pontos-de-venda distintos, em uma mesma rua, pude notar o seguinte:

Um salão de beleza que apresenta as seguintes características:

1. A aparência do lugar é de uma simplicidade de dar dó. A casa, pintada com uma cor forte, que neste caso, atua como um balde de água fria espantando até mau-olhado.
2. A construção necessita, há tempos, de uma pintura nova. Isto dá ao conjunto um aspecto de total abandono.
3. Faixas promocionais, caseiras, em péssimo estado e mal penduradas   comprometem ainda mais a aparência do lugar.
4. As tais faixas apresentam todos os preços escritos, que com a velocidade que o trânsito da rua exige, não se consegue ler absolutamente nada. Aliás, será que alguém estaria mesmo interessado no preço da tintura ali oferecida?

Em seguida, um pouco adiante, na outra quadra, uma panificadora tradicional, cuja reputação vem sendo desenvolvida no mesmo endereço, há pelo menos duas décadas:

1. A programação visual, a cor aplicada na fachada e o endereço tradicional, comunicam perfeitamente quais são os tipos de produto e público da empresa.
2. O cuidado constante com a fachada é bem claro que acaba evidenciando a qualidade dos produtos e do atendimento ali oferecidos.
3. São realizadas campanhas promocionais, divulgadas por faixas e banners bem produzidos, que comunicam e convidam a uma visita.
4. É oferecido estacionamento gratuito aos clientes contornando o fato do trânsito da rua ser constante e não permitir que se estacione na frente da loja.

E finalmente, ao lado à panificadora, encontrei uma lavanderia pertencente a uma rede internacional de franchising:

1. De uma simplicidade de dar gosto, a fachada apresenta paredes pintadas de branco e apenas um belo luminoso, vistoso, colorido e proporcional fazendo a Identificação Visual do lugar, através de uma marca forte. 
2. Pela fachada bonita e clean, mesmo quem nunca ouviu falar da tal rede percebe que ali possivelmente se lave roupas com capricho e profissionalismo.
3. Duas semanas após ser inaugurada neste endereço, já era possível visualizar, através da fachada transparente, várias pessoas sendo atendidas no seu interior.
4. Assim como na panificadora, os clientes contam com estacionamento gratuito, localizado na frente da loja.

Penso o primeiro ponto de venda, assim como muitas lojas, vem há anos envelhecendo e aparentemente está moribundo. Que o segundo se esforça para estar sempre impecável e vem através da tradição, aumentando sua qualidade e sua clientela. E que o terceiro, que transita com maestria em mercados competitivos, através de posicionamentos de marketing bem planejados, não está instalado naquele endereço por acaso. Na verdade ele se aproveita das paradas quase obrigatórias que os muitos clientes da panificadora vizinha vêm fazendo há anos e graças à força de sua marca, somada a esta localização estratégica, tornou-se rapidamente, mais uma loja vencedora da rede.

Analise friamente o design aplicado na sua empresa e conclua como o tempo está lapidando seu desempenho. Ela está se tornando velha e ultrapassada como o salão de beleza? Madura e experiente como a panificadora? Ou inovadora e arrojada como a lavanderia?
Lembre-se: As mudanças devem ser planejadas e colocadas em prática passo-a-passo. Nada acontece por acaso, da noite para o dia ou de modo indolor. Nunca é tarde para mudar o posicionamento e os resultados da sua empresa. Basta querer e trabalhar muito para que isto aconteça.

www.datamaker.com.br

05/04/2016

DESIGN VENDE: UM AMBIENTE AGRADÁVEL, A GENTE VÊ PELO CHEIRO.
















É normal alguém chegar em um lugar e alertar o dono da casa dizendo: Ei, está cheirando gás, não é bom ver o que é? O proprietário, assim como as pessoas que já estão no ambiente, sente dificuldade em perceber o cheiro, porque este começou e foi aumentando aos poucos e todos vão, gradativamente, se acostumando com aquela situação.

Muitas vezes, ao entrarmos em lojas e empresas, deparamo-nos com coisas que nos causam de imediato um incômodo muito grande. As pessoas que trabalham ali, entretanto, nem se dão conta disso. E não é porque não se importam com o problema. É simplesmente porque nem percebem a situação. 

Certa vez, estive em um consultório médico em que o ambiente era dominado por um lustre, típico da década de 70, feito de acrílico vermelho. O lustre fazia com que incômoda e onipresente luz vermelha imperasse em todo o espaço, alterando as cores de tudo, deixando o ambiente avermelhado e escuro. O mais interessante é que, ao contrário dos pacientes, o médico e a sua assistente, já estavam acostumados e não se incomodavam com o tal lustre e nem com a radiação vermelha que ele produzia.

Outro ponto que incomoda em certos ambientes é o conforto, ou no caso, o desconforto sonoro. Todos já estivemos em lojas, cujo volume da música ambiente é tão alto, que para se fazer ouvir em seu interior, é necessário gritar ou fazer mímica aos vendedores. A música é utilizada para atrair o público para dentro da loja. A intenção é boa, o problema é que, com todo aquele barulho, não se consegue permanecer ali dentro.

Além do som, é preciso cuidar do próprio ar que se respira. Observe se não há odores como mofo, bolor, pó, umidade, incenso e outros, que possam desagradar. O ideal é desenvolver e adotar um aroma agradável e personalizado para marcar o ambiente. Desta forma, as pessoas vão reconhecer sua loja ou empresa pelo cheiro. Através da visão, da audição e também, do olfato, ela estará, marcada positivamente, ou não, na memória das pessoas. A decisão é sua.




04/04/2016

DITO & FEITO : PROJETO DATAMAKER DESIGN

DESIGN VENDE: OS 7 PONTOS DA BOA ILUMINAÇÃO
















Algumas lojas apresentam um visual agradável, com um poder sobrenatural que nos envolve e nos convida a conhecê-las, enquanto outras aparentam ser frias ou por demais quentes, que acabam afastando nosso desejo de permanecer no interior delas, ou pior, de entrar nelas. Veja a seguir, 7 pontos básicos que fazem a diferença entre a loja que apresenta um ambiente agradável e vendedor e outra que apenas tem luzes acessas:

1.    Tão importante quanto o que se expõe, é como se ilumina os produtos expostos e o ambiente em que eles estão expostos. A iluminação é a grande responsável pela aura de uma loja. É uma pena que a maioria dos lojistas ainda não descobriu isto.

2.    O uso exclusivo de lâmpadas com temperatura de cor fria, torna o ambiente uma geladeira. Isto acontece porque o excesso de luz branca não destaca os produtos, não valoriza suas cores e torna o espaço impessoal. Existem PDVs, como farmácias, mercearias, açougues e supermercados que ainda abusam da utilização de lâmpadas frias, enquanto outros já apresentam um ambiente vendedor.

3.    O uso absoluto de lâmpadas com temperatura de cor quente,  faz com que o ambiente seja, ou aparente ser, abafado e desconfortável aos olhos do público, espantando-o. Boutiques antigas e panificadoras modernas são as campeãs nesta categoria. Na ânsia de querer ser atraentes e moderninhas, exageram nos spots e, para que ninguém morra sufocado no seu interior, acabam tendo que permanecer com metade das lâmpadas instaladas, apagadas o tempo todo.

4.    Para que uma iluminação seja eficiente e agradável, ela deve apresentar uma mistura equilibrada de lâmpadas com temperatura de cor fria e quente. Para a iluminação geral, utilize lâmpadas frias e iluminam áreas maiores. Já para destacar e valorizar pontos específicos e especiais como os produtos expostos, vitrines, cartazes ou as áreas de atendimento, utilize lâmpadas quentes.

5.    Mostre a iluminação. Esconda as lâmpadas. As pessoas devem sentir os efeitos da iluminação, porém, de uma fora que não consigam ver as lâmpadas. Caso não seja possível escondê-las, disponha-as de uma forma que não ofusquem os olhos e assim, não desviem a atenção do cliente. 

6.    A iluminação natural é fundamental. Seja através de janelas, claraboias ou jardim interno, ela é capaz de tornar um ambiente sedutor e agradável. Quando isto não for possível, deve-se buscar uma iluminação que, mesmo sendo artificial, propicie uma atmosfera natural ao ambiente.

7.    Uma boa iluminação, assim como tudo na vida, é uma questão de equilíbrio. Uma loja não deve ser tão clara a ponto de parecer a entrada de um cassino de Las Vegas e nem tão escura quanto a entrada da caverna. Avalie a iluminação de sua loja e encontre um meio termo. Este cuidado fará a diferença.



01/04/2016

DESIGN VENDE: A VITRINE É UMA GRANDE VENDEDORA, NÃO A ÚNICA


















O comércio de uma maneira geral, ainda não descobriu totalmente, o poder de venda que uma vitrine bem planejada possui. Para se ter uma vaga ideia do que isto representa, basta pensarmos em alguma viagem que já fizemos e lembrarmos se uma das experiências  mais agradáveis que tivemos não foi uma caminhada admirando belas vitrines.

Infelizmente, existe muita gente que ainda não sabe o que uma boa vitrine é capaz de fazer por um produto, uma loja, uma marca e até por uma cidade. A vitrine é vista como decoração e desenvolvê-la significa  custo e não investimento. Este raciocínio explica porque só temos vitrines bem elaboradas no natal. Nesta época do ano as pessoas já estão predispostas a comprar. O comércio deveria investir em vitrine em épocas onde o investimento realmente significasse uma mudança no comportamento.

Uma boa solução em comunicação visual para vitrines é a utilização de um grande painel. Para que seja vendedor, este painel deve ser bastante comunicativo. Alguém já disse: Um cartaz é um grito pendurado na parede. E uma vitrine, assim como um cartaz, deve comunicar de forma clara, objetiva e rápida, assim como um grito.

A comunicação deve ser sintética para que seja compreendida à primeira vista, pois ninguém tem tempo para decifrar enigmas. A vitrine deve ter um visual limpo, mas não pode parecer pobre. Expor aquilo que se deseja vender, seja lançamentos, produtos da estação ou encalhados, porém, não tudo isso junto. Uma vitrine não é um estoque exposto, os produtos, para estarem ali, devem ser selecionados a dedo.


Uma vitrine correta é uma grande aliada às vendas. Sua missão, além de embelezar a loja, a rua e até a cidade, é despertar a atenção do público, comunicar e seduzir o público para que este entre na loja. Devemos lembrar, entretanto, que apesar de importante, a vitrine não é a única responsável pela venda. Não adianta entupi-la de produtos pensando que ela venderá todo o estoque sozinha. Ela levanta a bola, fazendo com que as pessoas se entusiasmem a entrar na loja. A partir deste ponto, a bola está com os vendedores. Com atenção, simpatia, técnica, treinamento  e profissionalismo é que eles marcarão ponto, efetivando a venda.

31/03/2016

DESIGN VENDE: NECESSÁRIO, SOMENTE O NECESSÁRIO.















Existem muitos empresários, há anos no mercado, que enxergam suas empresas como uma extensão de seus próprios egos e administram a imagem institucional delas, como se estivessem fazendo uma reforma na sala de estar da casa deles.

Parece que seguem um mesmo raciocínio e que beberam suas desinformações na mesma fonte. Se existisse uma cartilha que apontasse alguns dos preceitos básicos que regem o pensamento estratégico dessas organizações, no quesito identidade corporativa, poderíamos encontrar itens mais ou menos assim:  

1.    Não é necessário se preocupar com logotipo. Ele não é importante. Basta que seja bonitinho, pois cedo ou tarde, pela insistência, acabará significando o que é ou o que faz a empresa.
2.    Não é necessário contratar um escritório especializado para a criação ou redesenho do logotipo. Basta chamar o sobrinho da vizinha, que ele faz no computador.
3.    Não é necessário que um logotipo tenha algum significado. Basta apenas que ele se pareça com alguma marca famosa e principalmente que esteja dentro de uma elipse.
4.    Não é necessário ter muito cuidado na escolha da cor do logotipo da empresa. O importante é que ele  tenha matizes de uma combinação equilibrada e homogênea, envolvendo as cores dos times dos sócios majoritários. 

Brincadeira à parte. Não é necessário dizer que o necessário mesmo é saber o que as pessoas querem e esperam de seus produtos e de seus serviços. Profissionais das áreas, de pesquisa, marketing, design, promoção e propaganda, saberão decodificar o que o mercado diz e concluir se algo é ou será bom ou não para sua marca.

Sem dúvida, é o cliente, a peça mais importante do carrossel. É a ele que se deve ouvir, mirar e agradar e não aos donos da empresa. Somente pensando assim é que teremos marcas e produtos cada vez mais fortes e duradouros.


30/03/2016

DESIGN VENDE: MAIS QUE UMA LOJA, CRIE UM CONCEITO















Andando pelas ruas e shoppings, constatamos a presença de lojas competindo 
para chamar nossa atenção. Algumas se destacam no cenário e ficam guardadas
em nossa memória enquanto outras não. As lojas que se sobressaem, 
convidam-nos a parar, olhar, entrar e comprar e passam a fazer parte da nossa 
memória. Porque as outras lojas nem são notadas e se são, acabam 
facilmente esquecidas, assim que passamos  os olhos por elas?

As primeiras se apresentam de uma forma especial, inesperada e de uma maneira diferente, saem do lugar-comum. Elas têm o design como um diferencial. Estas lojas contam uma história, transmitem um conceito, claro e pertinente, que faz com que 
as pessoas se encantem ao vê-las. Para que uma loja não seja mais uma na multidão, 
é preciso ousadia, fazendo com que ela saia do convencional. Quem não quer errar 
no que vestir para ir a uma festa, acaba optando pelo pretinho básico, assim como, 
quem não quer errar na decoração de sua casa, escolhe tudo bege, do piso ao teto, passando pelo tapete, sofá e cortinas.

O medo de errar é, muitas vezes, o responsável pela falta de destaque. Quem tem 
medo de errar no design da loja, acaba partindo para um visual neutro em demasia, fazendo com que a loja acabe sumindo na paisagem. Com certeza não é este o 
objetivo, mas com tanta neutralidade, acaba sendo este o resultado.

Quando vemos uma loja e somos atraídos por ela, não sabemos direito se é pelo seu visual, pelo clima que ela transmite ou é pela história que ela nos conta. As pessoas 
não têm consciência exata do que gostam ou não gostam em uma loja. Assim como 
não sabem porque se sentem bem em certos ambientes e desejam sair correndo de 
outros. Na verdade, uma loja é composta pela somatória de muitos detalhes e 
quando se fala em design, fatalmente estamos falando sobre os detalhes que 
formam um todo.  

É fundamental que se dê às pessoas, a oportunidade para sonhar. Para que isso 
aconteça, a loja deve estar envolta em uma nuvem de magia, encanto e sedução. 
Desta maneira não se estará apenas vendendo produtos e serviços, mas 
principalmente, uma imagem e um conceito.

O importante é deixar o medo para o concorrente e ousar. Procurar ousar de várias maneiras e lembrar sempre que o público é exigente. Os detalhes são pequenos e 
a concorrência, grande.


29/03/2016

DESIGN VENDE: QUEM NUNCA COMEU MELADO NÃO SABE QUE LAMBUZA















Existem pessoas que gostam de café amargo. A maioria prefere colocar açúcar ou adoçante para deixá-lo a seu gosto. Para elas, adoçar o café é o modo de deixá-lo melhor. Adoçar o café muito mais do que o suficiente, não significa que ele ficará mais gostoso, ao contrário, o deixará saturado, um melado que ninguém sentirá prazer em saborear.

Ao falamos de cafezinho parece óbvio que o excesso não é, nunca foi e nunca será uma garantia de qualidade. Quando se trata de comunicação visual, entretanto, parece não haver tamanha obviedade assim. Caso contrário, não veríamos tantas empresas que, estando ou não em promoção, penduram dezenas, centenas, milhares de bandeiras, bandeirolas e banners em tudo quanto é lugar, resultando em algo parecido com um eterno baile de carnaval.   É muito comum também ver, logotipos aplicados em exaustão e sem nenhum critério, espalhados, como que pulverizados em spray, pelas ruas, fachadas, lojas, frotas e impressos. 

Para que isto não ocorra debaixo do nosso nariz, devemos analisar constantemente se existe visibilidade na comunicação. Temos que pensar se é possível enxergar e principalmente, ler aquilo que está sendo comunicado externa ou internamente. Ver se não há exageros, como duplicidades gratuitas e informações saturadas. 

Não podemos transformar ações em comunicação visual em um cafezinho melado e frio, é necessário, antes de tudo, conhecermos o público alvo. Para colher bons grãos de café é preciso usar boas sementes. As ações em comunicação visual são as sementes, se elas não forem boas ou aplicadas de qualquer jeito, o resultado se houver, será qualquer um e nunca o que desejamos. Como um cafezinho ruim.

24/03/2016

DESIGN VENDE: O ATENDIMENTO NA PALMA DA MÃO














O cuidado de uma loja com a sua apresentação visual torna claro o seu posicionamento com a qualidade. Não basta se preocupar apenas com aquilo que se vê, é importante também, preocupar-se com aquilo que as pessoas sentem. O segredo pode estar na ponta dos dedos, contando até cinco e não fazendo nada por acaso:

1. O Mindinho sai rapidinho. Não trate o cliente com indiferença. Vendedores que não se dirigem ao cliente quando este entra na loja, que não levantam a cabeça para cumprimentar quem acabou de entrar ou que costumam passar os olhos um pouco acima da altura dos olhos do cliente que está ali tentando desesperadamente, chamar sua atenção, tratam o cliente como se ele fosse o menor e o mais insignificante dos dedos. Corrija isso rapidinho.

2. Seu-vizinho fica bem pertinho. Exponha o produto em uma distância próxima aos olhos do cliente. Não é porque ao usarmos sapatos, eles ficam no chão, que os mesmos devam necessariamente, estar expostos no chão da vitrine ou da loja. Uma coisa é olhar sapatos nos pés das pessoas, outra coisa, é escolher um modelo para comprar. O que dizer de jóias e relógios em exposição na altura dos joelhos do cliente, pois assim cabem mais 2 prateleiras na vitrine? Se ninguém consegue ver direito os detalhes dos produtos, qual é a vantagem de se ter tantos produtos em exposição? Deixe os produtos bem pertinho do cliente, ele agradecerá comprando-os.

3. Pai-de-todos todo poderoso. Lembre-se que atendimento com conforto não é apenas colocar poltronas confortáveis e macias. É também, saber que apesar de nenhum cliente gostar de ficar perguntando muito, todos necessitam de respostas. O cliente quando dentro de uma loja é um deus e por isto mesmo, é preciso entender suas necessidades para fazê-lo se sentir ainda mais importante e valorizado. Faça as perguntas da maneira certa e no momento certo. Fique do lado direito do pai.

4. Fura-bolo, o indicador. Através de uma boa sinalização, indique tudo o que for importante para o cliente. Isto evita aborrecimentos para ambas as partes, agiliza o atendimento e, principalmente, mostra que se tem respeito para com o cliente, já que ele não está muito interessado em procurar pelas coisas que deseja, mas sim, em encontrá-las.

5. Mata-piolho o arrasa quarteirão. Não se deve encarar o bom atendimento, como sendo apenas um custo alto. Ele é uma necessidade permanente na manutenção do retorno do trabalho. Um supermercado, trabalhando com pessoal em quantidade abaixo do mínimo para poupar hora extra, eletricidade ou custos com folha de pagamento, por exemplo, está na verdade poupando o cliente de retornar aquele estabelecimento. É muito fácil implodir as vendas, pois não existe imagem melhor do descaso com o cliente, do que ter várias caixas registradoras e deixá-lo perdendo tempo (algo que é raro e valioso a todos) em uma ou duas filas demoradas que poderiam ser evitadas, caso houvesse um ou dois atendentes a mais disponíveis.

O posicionamento de uma empresa com a qualidade deve estar presente em tudo que se refere à ela. Caso contrário, o consumidor sentirá na pele, sentindo-se desprezado, tendo que se abaixar para conseguir enxergar algo na vitrine, esquecido, perdido ou desvalorizado dentro da loja. Devemos acreditar, não é bem assim que estaremos agradando o público. É bom fazermos uma avaliação, contar até cinco e revermos nossas estratégias.


23/03/2016

DESIGN VENDE: SAIBA ONDE DESEJA IR E VÁ ATÉ O FIM















O teatro nos ensina coisas que por serem tão simples, nunca esquecemos. A primeira delas é sempre terminar o gesto e a segunda, nunca se esquecer da velhinha surda sentada na última fila do teatro. Completar o gesto, no sentido teatral, significa que se, em cena, é começado a levantar o braço, deve-se continuar levantando-o até o fim, não deixando o movimento incompleto.

 A tradução dessa sabedoria cênica para o dia-a-dia, é que se começamos fazer algo, devemos procurar fazê-lo de forma completa. Se, por exemplo, estamos trabalhando em um projeto de design, como a criação e a aplicação de uma marca, devemos cuidar para que o trabalho seja realmente aplicado corretamente em  sua totalidade.

Saber se aquilo que é dito no palco, está sendo ouvido por aquela velhinha surda, sentadinha lá no fundão do teatro, significa ter consciência de que todos naquele recinto conseguem ouvir aquilo que está sendo falado, pois este deve ser o objetivo do ator em cena.

Traduzindo, não só devemos ir com as coisas que começamos até o fim, como também devemos prever este fim, saber onde queremos chegar. Ao trabalharmos a comunicação visual de um produto, por exemplo, devemos definir se esta comunicação é visualizada e realmente compreendida por uma determinada fatia do mercado, o público alvo.

Só conquistaremos qualidade total em tudo que fizermos, se tivermos como objetivo, alcançar resultados concretos e completos em tudo o que começarmos. Se não houver tal consciência, você poderá estar jogando dinheiro fora. Pois pode-se tentar falar com muitos e acabar não conseguindo ser ouvido, justamente, por quem interessa ou se dirigir a poucos e ser plenamente compreendido, se é somente a eles que seu produto, realmente, interessa.


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DESIGN VENDE: O QUE É BONITO, MOSTRE. O QUE NÃO É, ESCONDA.















Existe um conceito de lojas com fachadas totalmente transparentes que é muito difundido e utilizado pelo poder de transformar todo o interior da loja em uma imensa vitrine. Sem dúvida, expor a loja em toda sua totalidade, é uma ótima opção para chamar a atenção do público, entretanto, para que o feitiço não se volte contra o feiticeiro, é importante ter cuidado para que toda essa transparência não mostre coisas, digamos, comprometedoras e indesejáveis, que estariam muito melhor escondidas no conforto do anonimato.


Cestos de lixo com excesso de peso, tomadas jorrando fios que deslizam casualmente pelo chão da loja, caixas de papelão viajadas com mercadorias que ainda não foram guardadas e a visão sem censura de todo o funcionamento do caixa. Com certeza, são pecados mortais ou cenas íntimas que qualquer loja absurdamente transparente pode estar, involuntariamente, expondo a seus clientes e também, aos amigos do alheio. 

Manter uma loja impecável o tempo integral não é uma tarefa impossível, mas todos sabem o quanto é difícil. Existem padrões de lojas criados e desenvolvidos para que realmente sejam expostos ao público e não adianta reclamar, pois este é o procedimento imaginado desde sua concepção. Entretanto, existem lojas que estariam muito melhor apresentadas, se a fachada fosse seletiva naquilo que expõe.  Se o caixa é demasiadamente exposto e é difícil alterar sua posição, basta esconder, disfarçando os procedimentos internos, para que não chamem muita atenção sobre o assunto. 

Ao vermos uma imagem, a primeira impressão é o resultado do conjunto. A composição do conjunto, por sua vez, é feita pela somatória de detalhes, que podem ser positivos ou negativos. O resultado, portanto, além de sensitivo, é matemático. Para não sair perdendo no final das contas, é importante diminuir o "desculpe nossa falha" e as áreas de transparências inúteis e comprometedoras, para que seja multiplicado aquilo que a loja tem de mais bonito. Pois, o que é bonito, e somente o que é bonito, deve ser mostrado ao público.

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