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09/05/2017

DESIGN VENDE: O RITMO SEDUZ O OLHAR DO CLIENTE

 














O ritmo é importante em muitas áreas, não somente na música. Existe por exemplo, o ritmo visual. No ambiente da loja, ele direciona o olhar do cliente de um produto ao outro. As pessoas tendem a reconhecer os objetos com base nas suas experiências já vivenciadas. Com o ritmo, pode-se criar, através das cores, indo das mais claras para as mais escuras, na hora de organizar os produtos, um ponto de atração, que fará com que os olhos do cliente sejam seduzidos pela composição. Isto acontece porque ele traz em sua memória, a experiência de um arco-íris em mente. Portanto trabalhar com esta estratégia torna a loja mais vendedora e esteticamente agradável.

datamaker.com.br


04/05/2016

DESIGN VENDE: SOLUÇÕES SIMPLES. UM GRANDE DESAFIO.
















Trabalhar com criatividade significa viver constantemente em busca de grandes ideias que funcionem. Seja no design, na arquitetura, na arte ou no marketing, elas são sempre as mais simples.

Ter uma boa ideia em design é atingir o voo mais alto, a simplificação plena, o sintético absoluto, em outras palavras, chegar ao óbvio.  .

Para o bom designer seu desafio diário não é apenas acreditar na sua própria capacidade criativa, mas fazer com que o cliente acredite junto com ele, naquilo que ainda não existe.


Por outro lado, o desafio do cliente, é apostar na experiência do profissional ou da empresa de design contratada, acreditando que da mesma forma que desenvolveram soluções criativas para outros clientes, estarão, através de um briefing bem passado, fazendo valer o investimento, atingindo o resultado esperado.


19/04/2016

DESIGN VENDE: A UM PASSO DA QUALIDADE
















Li certa vez uma frase que resume bem qual é o segredo de pessoas e empresas a quais podemos chamar de vitoriosas. Era mais ou menos assim:“Quem faz somente aquilo que lhe é pago, não merece nem o quanto recebe”. Ou seja, não basta simplesmente oferecer produtos e serviços de qualidade, para que realmente se tenha sucesso, é preciso ir um passo além e apresentar um ponto de diferenciação, que chame a atenção dos clientes, cativando-os e mantendo-os fiéis a marcas.


Empresas que se limitam a praticar o marketing da cartilha tradicional, atuam como se estivessem apenas procurando “vender o peixe”.  As que estão preocupadas com o seu futuro, prestam muita atenção no presente, não ficam apenas tentando seguir tendências e sim criando tendências. Não se limitam a “vender o peixe”, elas buscam “vender a experiência de desfrutar de um linguado grelhado com ervas frescas e champignon”. Ou seja, proporcionar ao cliente, uma experiência sensorial memorável.

07/04/2016

DESIGN VENDE: O DESIGN ESTÁ EM TUDO.
















Dizer que o design está presente em tudo, parece até exagero, mas quando começamos a reparar em nossa volta, vemos em cada ambiente, cada objeto, cada informação, o resultado concreto do trabalho de designers de ambiente, designers de produto e designers gráficos. Experimente. Olhe para os lados enquanto lê este texto e repare a sua volta.

Vejo a materialização de um projeto de design de ambiente no escritório onde estou, desde o piso, até as paredes. Vejo o design de produto presente na luminária italiana que ilumina a área de trabalho, na clássica caneta Montblanc e no moderno cinzeiro cromado usado como porta-clips. Vejo o design gráfico no tipo Arial com qual estou escrevendo, nas capas dos livros de arte que estão na prateleira próxima, no logotipo Pentel do marcador amarelo. Sem contar o resto de objetos que estão sobre a mesa, inclusive ela. E também, sem falar nas infinitas coisas que estão em minha volta neste momento, incluindo a cadeira a qual estou sentada.

Este exercício de descoberta do design pode ser feito em casa, no escritório, no elevador, na rua, num parque, em uma loja, em uma fábrica, em uma igreja, dentro de um carro, de um avião, de um trem, de um navio, andando de bicicleta, de carroça, de tênis, de sapato, de bota e vai pelo mundo afora. O design é que nem uma sombra que o persegue aonde for ou como a lua acompanhada por uma criança que segue dentro de um carro numa viagem feita sob um céu estrelado.

Assim como existem construções que apenas abrigam e obras de arquitetura que além de abrigar, fazem história, existe o design que apenas cumpre a função necessária, enquanto outros além de cumprir a função, fazem história e viram grandes cases. É bom trabalhar com algo que todos necessitam e que ainda pode entrar para a história. O design, através da experiência, informação e talento pode realizar os sonhos das pessoas. As empresas, marcas e produtos que, através da criatividade do design, criam atratividade suficiente para comprovar sua competência em realizar estes sonhos, têm diante de si, abertas as portas do sucesso.



05/04/2016

DESIGN VENDE: UM AMBIENTE AGRADÁVEL, A GENTE VÊ PELO CHEIRO.
















É normal alguém chegar em um lugar e alertar o dono da casa dizendo: Ei, está cheirando gás, não é bom ver o que é? O proprietário, assim como as pessoas que já estão no ambiente, sente dificuldade em perceber o cheiro, porque este começou e foi aumentando aos poucos e todos vão, gradativamente, se acostumando com aquela situação.

Muitas vezes, ao entrarmos em lojas e empresas, deparamo-nos com coisas que nos causam de imediato um incômodo muito grande. As pessoas que trabalham ali, entretanto, nem se dão conta disso. E não é porque não se importam com o problema. É simplesmente porque nem percebem a situação. 

Certa vez, estive em um consultório médico em que o ambiente era dominado por um lustre, típico da década de 70, feito de acrílico vermelho. O lustre fazia com que incômoda e onipresente luz vermelha imperasse em todo o espaço, alterando as cores de tudo, deixando o ambiente avermelhado e escuro. O mais interessante é que, ao contrário dos pacientes, o médico e a sua assistente, já estavam acostumados e não se incomodavam com o tal lustre e nem com a radiação vermelha que ele produzia.

Outro ponto que incomoda em certos ambientes é o conforto, ou no caso, o desconforto sonoro. Todos já estivemos em lojas, cujo volume da música ambiente é tão alto, que para se fazer ouvir em seu interior, é necessário gritar ou fazer mímica aos vendedores. A música é utilizada para atrair o público para dentro da loja. A intenção é boa, o problema é que, com todo aquele barulho, não se consegue permanecer ali dentro.

Além do som, é preciso cuidar do próprio ar que se respira. Observe se não há odores como mofo, bolor, pó, umidade, incenso e outros, que possam desagradar. O ideal é desenvolver e adotar um aroma agradável e personalizado para marcar o ambiente. Desta forma, as pessoas vão reconhecer sua loja ou empresa pelo cheiro. Através da visão, da audição e também, do olfato, ela estará, marcada positivamente, ou não, na memória das pessoas. A decisão é sua.




04/04/2016

DITO & FEITO : PROJETO DATAMAKER DESIGN

DESIGN VENDE: OS 7 PONTOS DA BOA ILUMINAÇÃO
















Algumas lojas apresentam um visual agradável, com um poder sobrenatural que nos envolve e nos convida a conhecê-las, enquanto outras aparentam ser frias ou por demais quentes, que acabam afastando nosso desejo de permanecer no interior delas, ou pior, de entrar nelas. Veja a seguir, 7 pontos básicos que fazem a diferença entre a loja que apresenta um ambiente agradável e vendedor e outra que apenas tem luzes acessas:

1.    Tão importante quanto o que se expõe, é como se ilumina os produtos expostos e o ambiente em que eles estão expostos. A iluminação é a grande responsável pela aura de uma loja. É uma pena que a maioria dos lojistas ainda não descobriu isto.

2.    O uso exclusivo de lâmpadas com temperatura de cor fria, torna o ambiente uma geladeira. Isto acontece porque o excesso de luz branca não destaca os produtos, não valoriza suas cores e torna o espaço impessoal. Existem PDVs, como farmácias, mercearias, açougues e supermercados que ainda abusam da utilização de lâmpadas frias, enquanto outros já apresentam um ambiente vendedor.

3.    O uso absoluto de lâmpadas com temperatura de cor quente,  faz com que o ambiente seja, ou aparente ser, abafado e desconfortável aos olhos do público, espantando-o. Boutiques antigas e panificadoras modernas são as campeãs nesta categoria. Na ânsia de querer ser atraentes e moderninhas, exageram nos spots e, para que ninguém morra sufocado no seu interior, acabam tendo que permanecer com metade das lâmpadas instaladas, apagadas o tempo todo.

4.    Para que uma iluminação seja eficiente e agradável, ela deve apresentar uma mistura equilibrada de lâmpadas com temperatura de cor fria e quente. Para a iluminação geral, utilize lâmpadas frias e iluminam áreas maiores. Já para destacar e valorizar pontos específicos e especiais como os produtos expostos, vitrines, cartazes ou as áreas de atendimento, utilize lâmpadas quentes.

5.    Mostre a iluminação. Esconda as lâmpadas. As pessoas devem sentir os efeitos da iluminação, porém, de uma fora que não consigam ver as lâmpadas. Caso não seja possível escondê-las, disponha-as de uma forma que não ofusquem os olhos e assim, não desviem a atenção do cliente. 

6.    A iluminação natural é fundamental. Seja através de janelas, claraboias ou jardim interno, ela é capaz de tornar um ambiente sedutor e agradável. Quando isto não for possível, deve-se buscar uma iluminação que, mesmo sendo artificial, propicie uma atmosfera natural ao ambiente.

7.    Uma boa iluminação, assim como tudo na vida, é uma questão de equilíbrio. Uma loja não deve ser tão clara a ponto de parecer a entrada de um cassino de Las Vegas e nem tão escura quanto a entrada da caverna. Avalie a iluminação de sua loja e encontre um meio termo. Este cuidado fará a diferença.



31/03/2016

DESIGN VENDE: NECESSÁRIO, SOMENTE O NECESSÁRIO.















Existem muitos empresários, há anos no mercado, que enxergam suas empresas como uma extensão de seus próprios egos e administram a imagem institucional delas, como se estivessem fazendo uma reforma na sala de estar da casa deles.

Parece que seguem um mesmo raciocínio e que beberam suas desinformações na mesma fonte. Se existisse uma cartilha que apontasse alguns dos preceitos básicos que regem o pensamento estratégico dessas organizações, no quesito identidade corporativa, poderíamos encontrar itens mais ou menos assim:  

1.    Não é necessário se preocupar com logotipo. Ele não é importante. Basta que seja bonitinho, pois cedo ou tarde, pela insistência, acabará significando o que é ou o que faz a empresa.
2.    Não é necessário contratar um escritório especializado para a criação ou redesenho do logotipo. Basta chamar o sobrinho da vizinha, que ele faz no computador.
3.    Não é necessário que um logotipo tenha algum significado. Basta apenas que ele se pareça com alguma marca famosa e principalmente que esteja dentro de uma elipse.
4.    Não é necessário ter muito cuidado na escolha da cor do logotipo da empresa. O importante é que ele  tenha matizes de uma combinação equilibrada e homogênea, envolvendo as cores dos times dos sócios majoritários. 

Brincadeira à parte. Não é necessário dizer que o necessário mesmo é saber o que as pessoas querem e esperam de seus produtos e de seus serviços. Profissionais das áreas, de pesquisa, marketing, design, promoção e propaganda, saberão decodificar o que o mercado diz e concluir se algo é ou será bom ou não para sua marca.

Sem dúvida, é o cliente, a peça mais importante do carrossel. É a ele que se deve ouvir, mirar e agradar e não aos donos da empresa. Somente pensando assim é que teremos marcas e produtos cada vez mais fortes e duradouros.