23/06/2011

NECESSÁRIO, SOMENTE O NECESSÁRIO.


Existem muitos empresários, que apesar de trabalharem há anos no mercado, vêem suas empresas como uma extensão de seus próprios egos e administram a imagem institucional delas, como se estivessem fazendo uma reforma na sala de estar da casa deles.

Parece que estes senhores capitães da industria e do comércio seguem um mesmo raciocínio e beberam suas desinformações em uma mesma fonte. Se existisse uma cartilha que apontasse alguns dos preceitos básicos que regem o pensamento estratégico dessas
organizações, se é que elas possuem um, no quesito identidade corporativa, poderíamos encontrar itens mais ou menos assim:

1. Não é necessário se preocupar com logomarca. Ela não é importante. Basta que ela seja bonitinha, pois cedo ou tarde, pela insistência, acabará significando o que é ou o que faz a empresa.

2. Não é necessário contratar um escritório especializado para a criação ou redesenho da logomarca. Basta chamar o sobrinho da vizinha do Maciel, que ele faz no computador.

3. Não é necessário que uma logomarca tenha algum significado. Basta apenas que ela se pareça com alguma marca famosa e principalmente que esteja dentro de uma elipse.

4. Não é necessário ter muito cuidado na escolha da cor da logomarca da empresa. O importante é que ela tenha matizes de uma combinação equilibrada e homogênea, envolvendo as cores dos times dos sócios majoritários.

Não é necessário dizer que necessário mesmo é saber o que as pessoas querem e esperam de seus produtos e de seus serviços. Profissionais das áreas, de pesquisa,marketing, design, promoção e propaganda, devem saber  decodificar o que o mercado diz e concluir se algo é ou será bom ou não para sua marca.

Sem dúvida, é o cliente, a peça mais importante do carrossel. É a ele que se deve ouvir, mirar e agradar e não aos donos da empresa. Somente pensando assim é que teremos marcas e produtos cada vez mais fortes e duradouros.

Por Luiz Renato Roble, diretor de criação criacao@datamaker.com.br
Raquel de Araújo, diretora de projetos raquel@datamaker.com.br
da DATAMAKER DESIGN http://www.datamaker.com.br/
BLOG: http://www.datamaker.blogspot.com/
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15/06/2011

DECIFRA-ME OU ME ESQUEÇA.

























Uma loja, para ser comunicativa e sedutora, deve apresentar uma grande
visibilidade para quem trafega pela rua de carro e também, uma boa
legibilidade para quem caminha pela calçada ou, dependendo do caso,
pelo corredor de um shopping center.

A situação ideal é que a identificação da loja não ocorra somente quando
se está muito próximo ou pior, na frente dela. Se isto acontece, pode ser
devido à falta de um estudo de visibilidade que indique antecipadamente
desde que distância será possível detectar a presença da loja no local,
à especificação incorreta das cores aplicadas na fachada, por erro no
dimensionamento do luminoso ou pela falta de expressão do logotipo
quando visto à distância.

A visibilidade é fundamental para o sucesso de um ponto comercial.
Rígidas imposições das leis municipais, alinhamentos prediais ou o fluxo
intenso de veículos, são fatores que podem prejudicar de tal maneira que,
apenas com muita criatividade para evitar a poluição visual, é possível
contornar os problemas de visibilidade que um ponto comercial,
aparentemente bem localizado, pode apresentar.

Quando se especifica uma cor muito escura à fachada de uma loja,
o visual obtido pode ser pesado mesmo durante o dia e agravado a noite.
A melhor solução para a fachada de uma loja, principalmente se ela está
localizada em uma rua bastante movimentada, é que ela presente poucos
elementos, ou seja, poucas cores, pouco texto, pouca informação para que
tudo seja distinguido com facilidade. Isto fará com que a presença da loja
seja sentida pelo público de uma forma sintética e, portanto com alto impacto.

Erros na definição do tamanho, do grau de luminosidade do luminoso e do tipo
da iluminação externa, fazem com que muitas fachadas apresentem-se sem vida
e sem luz, não contribuindo na presença da loja, no fortalecimento da marca
e nem na divulgação dos produtos ali comercializados.

Preste atenção na fachada de sua loja e analise como ela é vista de dia, à noite,
de perto e, principalmente, de longe. Para se ter uma fachada vendedora, o ideal
é aplicar, preferencialmente, cores claras e marcantes na fachada com luminosos
no ponto certo. Cores claras garantem beleza à loja e a luminosidade correta
proporciona destaque e encanto à fachada.

Ninguém pára na frente de uma loja para tentar decifrá-la como se ela fosse uma
esfinge enigmática. Ao contrário, com a vida agitada que as pessoas levam,
devemos compreender que ou uma loja é vista e identificada quando se bate o
olho nela ou a tal loja perdeu uma grande oportunidade de ser vista e lembrada.

Por Luiz Renato Roble, diretor de criação criacao@datamaker.com.br
Raquel de Araújo, diretora de projetos raquel@datamaker.com.br 
da DATAMAKER DESIGN http://www.datamaker.com.br/
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06/06/2011

QUEM NUNCA COMEU MELADO NÃO SABE QUE LAMBUZA.




























Existem algumas pessoas que gostam de café amargo. A grande maioria
prefere colocar açúcar ou adoçante para deixá-lo a seu gosto. Para essas
pessoas, adoçar o café é o modo de deixá-lo melhor. Adoçar o café muito
mais do que o suficiente, não significa que o cafezinho ficará infinitamente
mais gostoso, ao contrário, o deixará saturado, um melado que
provavelmente ninguém sentirá prazer em saborear.

Ao falamos de cafezinho parece óbvio que o excesso não é, nunca foi e nunca
será uma garantia de qualidade. Quando se trata de comunicação visual,
entretanto, parece não haver tamanha obviedade assim. Caso contrário, não
veríamos tantas empresas que, estando ou não em promoção, penduram
dezenas, centenas, milhares de bandeiras, bandeirolas e banners em tudo
quanto é lugar, resultando em algo parecido com um eterno baile de carnaval.
É muito comum também ver, logomarcas aplicadas em exaustão e sem nenhum
critério, espalhadas, como que pulverizadas em spray, pelas ruas, fachadas,
lojas, frotas e impressos.

Para que isto não ocorra debaixo do nosso nariz, devemos analisar
constantemente se existe visibilidade na comunicação. Temos que pensar se
é possível enxergar e principalmente, ler aquilo que está sendo comunicado
externa ou internamente. Ver se não há exageros, como duplicidades gratuitas
e informações saturadas.

Existem casos em que centenas de cartazes pequenos são fixados lado a lado
pelas ruas. Quando vistos de longe resultam em uma grande poluição visual.
De perto, mesmo a uma distância de alguns passos, não se consegue ler nada,
pois cada cartaz está repleto de informações em letras miúdas. O custo da
produção de cartazes maiores, com menos texto, seria praticamente o mesmo.
O resultado, em termos de impacto e poder de informação, seria infinitamente
superior. A informação deve ser sintética. Temos que pensar se alguém terá
tempo, paciência e interesse de parar na frente do nosso cartaz no meio da rua
e ficar lendo por alguns minutos aquilo tudo que estamos escrevendo nele.

Não podemos imaginar que o público aceitará positivamente qualquer ação mal
realizada, seja porque ele é de um perfil simples ou porque a empresa não dispõe
de verba suficiente. Pessoas simples também prezam por respeito, organização
e por trabalhos bem feitos. Não é a toa que casas simples, são as mais limpas e
com as panelas mais reluzentes. Se a verba necessária a uma determinada ação
não existe, é preciso escolher outro tipo de ação que não comprometa a imagem
da empresa e que transmita, de uma forma criativa, aquilo que queremos comunicar.

Não podemos transformar ações quentes em comunicação visual em um cafezinho
melado e frio, é necessário, antes de tudo, conhecermos o público alvo. Para colher
bons grãos de café é preciso usar boas sementes. As ações em comunicação visual
são as sementes, se elas não forem boas ou aplicadas de qualquer jeito, o resultado
se houver, será qualquer um e nunca o que desejamos. Como um cafezinho ruim.

Luiz Renato Roble, diretor de criação         criacao@datamaker.com.br
Raquel de Araújo, diretora de projetos        raquel@datamaker.com.br
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CONHEÇA O TRABALHO DA DATAMAKER DESIGN

Case: Loja de Roupa Masculina
Projeto: Design de Fachada



Antes da Implantação do Projeto Fachada


 



















Depois da Implantação do Projeto de Fachada



Depois da Implantação do Projeto de  Fachada



Diretor de Criação: Luiz Renato Roble
Diretora de Projeto: Raquel de Araujo






 

30/05/2011

CLIENTE MORTO NÃO COMPRA.


Certa vez ao entrar em uma ótica, tive a impressão de estar dentro do filme A Rede,
em que a personagem de Sandra Bullock se encontra metida em uma cilada. Ela
descobre que de repente sumiu do mapa, os vizinhos não a reconhecem, os cartões
de créditos foram cancelados e seus documentos nunca existiram.

Sabemos que hoje em dia, por diversos motivos, é cada vez mais difícil existir clientes
fiéis a uma determinada loja. Na referida ótica, entretanto, pelo menos do meu ponto de
vista, imaginava haver fidelidade. Entre outras coisas, naquela loja, eu era quase
reconhecido pelo nome e como quebro constantemente as lentes dos meus óculos,
não era mais necessário levar a receita médica, cada vez que precisava de uma nova
lente, pois as informações necessárias já estavam em poder do laboratório.

Naquele dia, coloquei como sempre fazia, os óculos com uma das lentes quebradas
sobre o balcão. A vendedora ficou olhando para mim como quem pergunta, o que significa isto? Eu disse à ela o que eu queria e em seguida ela perguntou-me onde estava a receita. Expliquei minha história e aproveitei para questionar, por que nunca me haviam feito tantas perguntas antes. Naquele momento então descobri, que como cliente daquela rede, mais especificamente, daquela loja, havia sido traído.

Ela perguntou-me se não estava notando algo de diferente na loja. Sorrindo disse que
a empresa havia feito um rodízio. Os vendedores que trabalhavam naquela loja, estavam em outras lojas da rede ou tinham sido demitidos. Logo após esta descoberta, fiquei sabendo também, sempre através de um sorriso da nova vendedora, que o novo prazo para a entrega de consertos era maior do que o realizado anteriormente, que ao contrário do que era praticado até então, teria que deixar um sinal ou pagar adiantado e de quebra, que o
cartão do meu banco não estava sendo aceito pelo sistema. Friamente falando, a empresa dizia que não importava à organização se era a primeira vez que eu entrava na loja ou se era um cliente antigo e fiel. Concluí que minha fidelidade pouco importava.

A identidade de uma empresa deve ser construída buscando um equilíbrio entre os fatores comerciais, estéticos e humanos. Em outras palavras, mais importante do que a ótica estar situada em um ótimo ponto comercial, pertencer a uma rede conceituada, ter muito, muito mármore na fachada, nas paredes e no chão, era perceber que ali existia, ou deveria ter existido, todo um passado, feito de histórias humanas, decorrente do atendimento ali
oferecido com laços mútuos de simpatia, que com certeza, construíram a fidelização de muitos clientes.

O ponto em que quero chegar é que não se deve fazer muitas mudanças significativas
simultaneamente em uma empresa. Pode-se estar alterando, de uma forma violenta, a
percepção que os clientes e os próprios funcionários têm dela. As mudanças precisam ser aplicadas em etapas e dentro de um planejamento. Caso isto não seja levado em consideração, o efeito colateral pode causar incômodo e vertigem como num romance kafkaniano.

Acredito que uma empresa não deve ignorar os aspectos humanos, jogando fora seu passado e matando seus clientes. As empresas vencedoras, são aquelas que além de ser economicamente viáveis, produzem, além de lucros, valores estéticos e sociais.
As que conseguem sintetizar estes valores, serão as líderes do futuro.

Luiz Renato Roble, diretor de criação     criacao@datamaker.com.br
Raquel de Araújo, diretora de projetos    raquel@datamaker.com.br
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08/04/2011

ESPAÇO ZUTTI

Agora as mulheres de Curitiba têm a loja de calçados dos sonhos.
Muito espaço, qualidade, variedade, bom preço e liberdade de
escolha. A Datamaker Design desenvolveu o projeto de Ambiente
e Gráfico para a Espaço Zutti em Curitiba. A loja apresenta um
conceito diferente, com os calçados, todos expostos aos pares,
formando espaços de acordo com as diferentes numerações,
onde as mulheres experimentam e escolhem livremente como
se estivessem no closset delas.








29/03/2011

SPAZIO CALZATURE

Projeto de Identidade Visual envolvendo criação de logotipo,
papelaria, sacolas e design de ambiente para loja no
Catuaí Shopping Center Maringá.









04/03/2011

Identidade Super Ótica São José



Trabalhar com design significa muitas vezes poder bricar de Deus,
pricipalmente quando se tem a oportunidade criar uma nova
identidade visual para uma empresa. A tradicional rede
Super Ótica São José está crescendo muito e precisava ter sua
identidade adequada a este crescimento, pois não basta a uma
empresa ser boa, ela tem que parecer ser boa.
Na Datamaker Design criamos uma nova logomarca, moderna,
mais leve e mais fácil de ser aplicada.

















Nova Logomarca

















Antiga Logomarca


Muitas vezes somente a logomarca nova não é capaz de transmitir
todo o crescimento que a empresa necessita refetir no mercado,
assim, criamos também um novo padrão visual para as lojas,
mais limpo e ao mesmo tempo forte. O novo padrão de loja é
organizado e modulado para ser adaptado em diferentes situações. 
Temos aqui 2 layouts do conceito do projeto e 2 fotos do conceito
aplicado na primeira loja. A rede de franquias agora pode crescer a vontade.



















Layout loja Piloto




















Aplicação do conceito na Loja Piloto



Loja de Blumenau SC




















Loja de Curitiba - PR

01/06/2010

MAIS QUE UMA LOJA, CRIE UM CONCEITO.

















Algumas lojas se destacam e ficam em nossa memória. Outras não.

Porque algumas nos convidam a parar, olhar, entrar e acabam ficando
em nossa lembrança, enquanto outras quando notadas, são facilmente
esquecidas assim que passamos os olhos por elas?

As primeiras, tendo o design como diferencial, se apresentam de uma
forma especial e saem do lugar-comum, contam uma história e
transmitem claramente um conceito, fazendo com que as pessoas se
encantem e viajem ao vê-las. As outras são e continuarão sendo as outras.

É fundamental que uma loja dê às pessoas a oportunidade para sonhar
e realizar seus sonhos. Ela deverá estar envolta em uma nuvem de magia,
encanto e sedução. Desta maneira a loja não estará apenas vendendo
produtos e serviços, mas principalmente, estará vendendo uma imagem,
um conceito que, com certeza, será mais forte do que a própria marca.


Luiz Renato Roble criacao@datamaker.com.br
Designer e diretor de criação da DATAMAKER DESIGN
www.datamaker.com.br

01/03/2010

MEMÓRIA DATAMAKER DESIGN I



Vitrine O Boticário Verão 1990. Por 13 anos, de 1986 a 1999,
a Datamaker Design desenvolveu a criação e a produção da
Programação Visual de Vitrines para toda a rede de lojas
O Boticário no Brasil e no exterior.

24/02/2010

AS 3 REGRAS DA BOA IMAGEM



















Uma imagem qualquer que nossos olhos vêem, nossa mente
processa, avalia, filtra e em questões de segundos, através de
um processo natural, decide se ela ficará ou não gravada em
nosso subconsciente. Uma simples imagem gravada torna-se
a informação mais importante que acabamos armazenando em
nossa memória a respeito de um determinado acontecimento,
lugar, pessoa ou objeto.

Somos guiados pela nossa percepção e com o tempo, aquela
informação armazenada, acaba passando de simples referência
à algo realmente significante sobre o que tal acontecimento, lugar,
pessoa ou objeto representou na ocasião ou ainda representa para nós.

Devemos, portanto, ter muito cuidado com tudo que nós,
nossa empresa ou produto possa estar transmitindo, pois é através
da comunicação visual, que podemos conquistar facilmente o cliente
ou perdendo a oportunidade únicas de estarmos vendendo uma
boa imagem daquilo que somos, dos serviços que prestamos ou
dos produtos que vendemos. Acabamos descobrindo que a imagem
de uma empresa é mais forte do que a própria empresa. Veja a seguir,
3 regras simples, para trabalhar esta imagem, que são na verdade,
o segredo do sucesso de muitos profissionais, empresas e produtos:

1. O cartão de visitas é a fachada do seus serviços.
Aquilo que passamos em um cartão de visitas, representa claramente
a imagem que as pessoas terão de nossa empresa. Moderna ou
antiquada, atualizada ou retrógrada, limpa ou confusa, completa ou
remediada , profissional ou amadora. Tudo estará comunicado nas
entrelinhas. Quem, por exemplo, não acabou procurando os serviços
de um advogado de quem nem se recordava muito bem, mas que
algum tempo atrás lhe entregou um cartão de visitas lindíssimo?

2. A fachada é a embalagem de sua empresa.
Ao olharmos a fachada de uma determinada empresa podemos
normalmente imaginar claramente qual é o nível de qualidade dos
serviços ou produtos por ela oferecidos. O estilo arquitetônico,
o cuidado com a comunicação, a eficiência da sinalização,
a aparência geral, a localização, a manutenção ou os tipos e
a quantidade de carros parados na frente, são signos que
fatalmente estarão comunicando aos clientes muito daquilo que
uma empresa, uma loja, ou uma escola apresenta no seu interior.

Você nunca acabou marcando uma consulta com um médico que
você nem conhecia direito, só porque ele atendia em uma clínica
moderníssima ou andou comprando em uma loja, só porque a
fachada dela era super moderna e encantadora?

3. A Embalagem é o cartão de vista de seu produto.
Cada vez mais os produtos tornam-se parecidos. As lojas e
supermercados, estão cada dia maiores, entretanto, já não
comportam tamanha diversidade de marcas e produtos.
A publicidade por mais que seja forte, é proibitiva à maioria
dos produtos nas prateleiras e como já foi provado, é no
PDV (ponto-de-venda) que a pessoa decide comprar ou
não determinado produto. Dentro deste cenário, a embalagem e
o display empenham papeis fundamentais na decisão de compra.

Quantas vezes já nos pegamos comprando produtos que muitas
vezes nem precisávamos comprar, somente por causa de
embalagens atraentes e displays revolucionários?

Os profissionais, empresas e produtos em questão, com certeza,
oferecerem uma qualidade real para quem os procura. Essa qualidade
não seria tão claramente difundida, mesmo antes de testada, sem uma
preocupação estética por trás, ou seja, um bom design aplicado no
cartão de visitas, no Interior Design da clínica e da loja e nas
embalagens e displays atraentes.

A preocupação e o cuidado de uma empresa ou de um profissional
com a sua apresentação visual torna claro seu profissionalismo,
seu posicionamento global com a qualidade e é traduzida como uma
extensão da qualidade de seus produtos e de seus serviços. Portanto,
não subestime seu público e analise como está a aplicação
da marca da sua empresa.

Dê uma olhada na fachada de sua loja, na porta de seu escritório,
nos impressos, nos uniformes e nas embalagens. Pense:
Sua marca é atual? Ela transmite exatamente o que é sua empresa?
Ela é padronizada? Apresenta o mesmo desenho e as mesmas cores
em todas as suas aplicações? Lembre-se: Você tem apenas
uma chance para causar uma boa primeira impressão!

Luiz Renato Roble criacao@datamaker.com.br
Designer e diretor de criação da DATAMAKER DESIGN
www.datamaker.com.br


23/02/2010

O QUE FAZER PARA DESTACAR UMA LOJA?





























Para que uma loja não seja mais uma na multidão, é preciso
ousar e fazer com que ela apresente um design diferente do
convencional. O medo de errar é na verdade, muitas vezes
o responsável pela falta de destaque de uma loja perante
as demais.

Assim como quem não quer errar no que vestir para uma festa,
acaba optando pelo preto dos pés à cabeça e quem não quer
errar na decoração do apartamento, escolhe tudo bege, do piso
ao teto, passando pelo tapete, sofá e cortinas, quem tem medo
de errar no design de sua loja, acaba partindo para um visual
neutro, mas tão neutro, que a loja acaba sumindo na paisagem.
Com certeza não era este o objetivo, mas com tanta neutralidade,
acabou sendo este o resultado.

Uma loja não deve ser idealizada para agradar apenas o gosto
pessoal de seu dono. É importante que exista uma identificação,
mas a função da loja é atingir a platéia, quer dizer, o seu público
alvo. É preciso entender o ambiente da loja como um cenário que
irá fazer os protagonistas aparecerem. Os produtos são os atores
principais e que, através da ambientação que a loja proporcionar,
conquistarão, ou não, o coração do público. Portanto, os produtos
carecem de destaque. Isto pode ser conseguido através das cores,
das formas, do design aplicado na loja, dos equipamentos,
dos displays, do material promocional, da iluminação
e de muitos outros recursos.

O importante é deixar o medo para o concorrente e ousar.
Procure ousar de várias maneiras, como por exemplo, fazendo
a exposição dos produtos de uma forma totalmente diferente do
convencional. Experimente! Que tal roupas penduras em varais
com passarinhos artificiais servindo de grampo ou sapatos que
ao invés de vazios, parecem andar enquanto expõem meias
coloridas com enchimento imitando os tornozelos ou uma parede
de fundo que a cada mês apresenta-se pintada com uma cor
chocante? Gestos simples como este farão a loja gritar:
Olhem eu estou aqui!

Por Luiz Renato Roble criacao@datamaker.com.br
Designer e diretor de criação da DATAMAKER DESIGN
www.datamaker.com.br

22/02/2010

MAIS QUE UMA LOJA, CRIE UM CONCEITO.

















Ao andarmos pelas ruas e shopping centers de qualquer cidade,
constatamos uma presença maciça de lojas, competindo entre si
para chamar nossa atenção. Se pensarmos bem, podemos notar
que algumas se destacam no cenário e acabam ficando guardadas
em nossa memória e outras não.

Algumas lojas se sobressaem perante as demais, chamando
nossa atenção, convidando-nos a parar, olhar, entrar e comprar ou
então passam, de alguma forma, a fazer parte da nossa lembrança.
Porque outras lojas nem são notadas e se são, acabam facilmente
esquecidas, assim que passamos os olhos por elas?


A resposta é que as primeiras se apresentam de uma forma especial,
inesperada, de uma maneira diferente, saem do lugar-comum. Tendo
o design como um diferencial, estas lojas contam uma história, que ao
transmitir um conceito, claro e pertinente, fazem com que as pessoas
viajem ao vê-las e se encantem por elas.


Este é o segredo da Disney. Seus parques fascinam as pessoas,
independentemente da nacionalidade, cultura ou idade, pois cada
canto, cada mínimo detalhe transmite informações, sentimentos,
lembranças do passado, ou mesmo de um futuro que ainda não
chegou, mas cada pessoa imagina a sua maneira.


Em um mundo inconstante e inesperado, onde a insegurança de
trabalhar, viajar e viver domina cada vez mais a cena, é através da
experiência da compra que as pessoas buscam realizar seus sonhos.
É fundamental que se dê a elas a oportunidade para sonhar.

Para isto a loja deve estar envolta em uma nuvem de magia, encanto
e sedução. Desta maneira você não se estará apenas vendendo sua
marca, seus produtos e seus serviços, mas se estará vendendo
também uma imagem, um conceito que, com certeza,
é mais forte do que a própria marca.

Por Luiz Renato Roble criacao@datamaker.com.br
Designer e diretor de criação da DATAMAKER DESIGN
www.datamaker.com.br