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20/08/2013

O ATENDIMENTO NA PALMA DA MÃO

























O cuidado de uma loja ou empresa, com a sua apresentação visual torna claro o seu posicionamento com a qualidade. Para que se tenha qualidade, entretanto, não basta se preocupar apenas com aquilo que se vê, é importante também, preocupar-se com aquilo que as pessoas sentem. O segredo pode estar na ponta dos dedos, contando até cinco e não fazendo nada por acaso:

1. O Mindinho sai rapidinho. Não trate o cliente com indiferença. Vendedor que não se dirige ao cliente quando este entra na loja, secretária que não levanta a cabeça para cumprimentar quem acabou de descer do elevador ou garçom que costuma passar os olhos um pouco acima da altura dos olhos do cliente que está ali sentado, tentando desesperadamente, chamar sua atenção, tratam os clientes como se eles fosse o menor e o mais insignificante dos dedos. Corrija isso rapidinho.

2. Seu-vizinho fica bem pertinho. Exponha o produto em uma distância próxima aos olhos do cliente. Não é porque ao usarmos sapatos, eles ficam no chão, que os mesmos devam necessariamente, estar expostos no chão da vitrine ou da loja. Uma coisa é olhar sapatos nos pés das pessoas, outra coisa, é escolher um modelo para comprar. O que dizer de jóias e relógios em exposição na altura dos joelhos do cliente, pois assim cabem mais 2 prateleiras na vitrine? Se ninguém consegue ver direito os detalhes dos produtos, qual é a vantagem de se ter tantos produtos em exposição? Deixe os produtos bem pertinho do cliente, ele agradecerá comprando-os.

3. Pai-de-todos todo poderoso. Lembre-se que atendimento com conforto não é apenas colocar poltronas confortáveis e macias. É também, saber que apesar de nenhum cliente gostar de ficar perguntando muito, todos necessitam de respostas. O cliente quando dentro de uma loja é um deus e por isto mesmo, é preciso entender suas necessidades para fazê-lo se sentir ainda mais importante e valorizado. Faça as perguntas da maneira certa e no momento certo. Fique do lado direito do pai.

4. Fura-bolo, o indicador. Através de uma boa sinalização, indique tudo o que for importante para o cliente. Isto evita aborrecimentos para ambas as partes, agiliza o atendimento e, principalmente, mostra que se tem respeito para com o cliente, já que ele não está muito interessado em procurar pelas coisas que deseja, mas sim, em encontrá-las.

5. Mata-piolho o arrasa quarteirão. Não se deve encarar o bom atendimento, como sendo apenas um custo alto. Ele é uma necessidade permanente na manutenção do retorno do trabalho. Um supermercado, trabalhando com pessoal em quantidade abaixo do mínimo para poupar hora extra, eletricidade ou custos com folha de pagamento, por exemplo, está na verdade poupando o cliente de retornar aquele estabelecimento. É muito fácil implodir as vendas, pois não existe imagem melhor do descaso com o cliente, do que ter várias caixas registradoras e deixá-lo perdendo tempo (algo que é raro e valioso a todos) em uma ou duas filas demoradas que poderiam ser evitadas, caso houvesse um ou dois atendentes a mais disponíveis.

O posicionamento de uma empresa com a qualidade deve estar presente em tudo que se refere à ela. Caso contrário, o consumidor sentirá na pele, sentindo-se desprezado, tendo que se abaixar para conseguir enxergar algo na vitrine, esquecido, perdido ou desvalorizado dentro da loja. Devemos acreditar, não é bem assim que estaremos agradando o público. É bom fazermos uma avaliação, contar até cinco e revermos nossas estratégias.

Por Luiz Renato Roble, diretor de criação criacao@datamaker.com.br
Raquel de Araújo, diretora de projetos raquel@datamaker.com.br
da DATAMAKER DESIGN http://www.datamaker.com.br/


CONHEÇA O TRABALHO DA DATAMAKER DESIGN :

Case: Identidade Visual ATLANTICO SUL IMÓVEIS
Projeto de  Design de Ambiente e Design Gráfico





13/08/2013

O QUE É BONITO, MOSTRE. O QUE NÃO É, ESCONDA

Existe um conceito de lojas com fachadas totalmente transparentes que é muito difundido e utilizado pelo poder de transformar todo o interior da loja em uma imensa vitrine. Sem dúvida, expor a loja em toda sua totalidade, é uma ótima opção para chamar a atenção do público, entretanto, para que o feitiço não se volte contra o feiticeiro, é importante ter cuidado para que toda essa transparência não mostre coisas, digamos, comprometedoras e indesejáveis, que estariam muito melhor escondidas no conforto do anonimato.

Cestos de lixo com excesso de peso, tomadas jorrando fios que deslizam casualmente pelo chão da loja, papéis salpicados pelo chão, caixas de papelão viajadas com mercadorias que ainda não foram guardadas e a visão sem censura de todo o funcionamento e faturamento do caixa. Com certeza, são pecados mortais ou cenas íntimas que qualquer loja absurdamente transparente pode estar, involuntariamente, expondo a seus clientes e também, aos amigos do alheio.

Manter uma loja impecável o tempo integral não é uma tarefa impossível, mas todos sabem o quanto é difícil. Existem padrões de lojas criados e desenvolvidos para que realmente sejam expostos ao público e não adianta reclamar, pois este é o procedimento imaginado desde sua concepção. Entretanto, existem lojas que estariam muito melhor apresentadas, se a fachada fosse seletiva naquilo que expõe.  Se o caixa é demasiadamente exposto e é difícil alterar sua posição, basta esconder, disfarçadamente, os procedimentos internos, para que não chamem muita atenção sobre o assunto.

Ao vermos uma imagem, a primeira impressão é o resultado do conjunto. A composição do conjunto, por sua vez, é feita pela somatória de detalhes, que podem ser positivos ou negativos. O resultado, portanto, além de sensitivo, é matemático. Para não sair perdendo no final das contas, é importante diminuir o "desculpe nossa falha" e as áreas de transparências inúteis e comprometedoras, para que seja multiplicado aquilo que a loja tem de mais bonito. Pois, o que é bonito, e somente o que é bonito, deve  ser mostrado ao público.

Por Luiz Renato Roble, diretor de criação criacao@datamaker.com.br
E por Raquel de Araújo, diretora de projetos raquel@datamaker.com.br
da DATAMAKER DESIGN http://www.datamaker.com.br/
BLOG: http://www.datamaker.blogspot.com/


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Case: Identidade Visual Rede de lojas Cavezzale
Projeto de  Design de Ambiente
Projeto Aplicado na loja Joinville










30/07/2013

MAIS QUE UMA LOJA, CRIE UM CONCEITO
















Loja Apple


Andando pelas ruas e shoppings, constatamos uma presença maciça
de lojas competindo entre si para chamar nossa atenção. Podemos notar
que algumas se destacam no cenário e ficam guardadas em nossa
memória enquanto outras não.

As lojas que se sobressaem, convidam-nos a parar, olhar, entrar e comprar
e passam a fazer parte da nossa memória. Porque as outras lojas nem são
notadas e se são, acabam facilmente esquecidas, assim que passamos
os olhos por elas?

As primeiras se apresentam de uma forma especial, inesperada e de uma
maneira diferente, saem do lugar-comum, tendo o design como um
diferencial. Estas lojas contam uma história, transmitem um conceito,
claro e pertinente, que faz com que as pessoas se encantem ao vê-las.

Para que uma loja não seja mais uma na multidão, é preciso ousadia, fazendo
com que ela apresente um design diferente do convencional. Quem não quer
errar no que vestir para ir a uma festa, acaba optando pelo pretinho básico,
assim como, quem não quer errar na decoração da sua casa, escolhe tudo
bege, do piso ao teto, passando pelo tapete, sofá e cortinas. 

O medo de errar é, muitas vezes, o responsável pela falta de destaque. Quem
tem medo de errar no design da loja, acaba partindo para um visual neutro em
demasia, fazendo com que a loja acabe sumindo na paisagem. Com certeza
não é este o objetivo, mas com tanta neutralidade, acaba sendo este o resultado.

Quando vemos uma loja e somos atraídos por ela, não sabemos direito se é
pelo seu visual, pelo clima que ela transmite ou é pela história que ela nos conta.
As pessoas não têm consciência exata do que gostam ou não gostam em uma
loja. Assim como não sabem porque se sentem bem em certos ambientes e
desejam sair correndo de outros. Na verdade, uma loja é composta pela
somatória de muitos detalhes e quando se fala em design, fatalmente estamos
falando sobre os detalhes que formam um todo.

Este é o segredo da Disney. Seus parques fascinam as pessoas,
independentemente da nacionalidade, cultura ou idade, pois cada canto, cada
mínimo detalhe transmite informações, sentimentos, lembranças do passado,
ou mesmo de um futuro que ainda não chegou, mas que cada pessoa
imagina à sua maneira.

É fundamental que se dê às pessoas, a oportunidade para sonhar. Para que isso
aconteça, a loja deve estar envolta em uma nuvem de magia, encanto e sedução.
Desta maneira não se estará apenas vendendo produtos e serviços, mas
principalmente, uma imagem e um conceito. 

Uma loja não deve ser idealizada apenas para agradar o gosto pessoal do seu dono.
Sua função é atingir seu público alvo. É preciso imaginar o ambiente da loja como um
cenário que irá fazer os protagonistas brilharem. Os produtos são os atores principais
e através da ambientação que a loja proporcionar, conquistará, ou não, o coração
do público. 

Os produtos necessitam de destaque. Isto pode ser conseguido através das cores,
das formas, do design aplicado na loja, dos equipamentos, dos displays,
do material promocional, da iluminação e de muitos outros recursos.

O importante é deixar o medo para o concorrente e ousar. Procurar ousar de várias
maneiras e lembrar sempre que o público é exigente. Os detalhes
são pequenos e a concorrência, grande.
 



CONHEÇA O TRABALHO DA DATAMAKER DESIGN

Case: Loja de Venda de Veiculos Usados
Projeto: Marca e Design de Fachada




Antes 



Depois

 

Diretor de Criação: Luiz Renato Roble
Diretora de Projeto : Raquel de Araújo





Por Luiz Renato Roble, diretor de criação criacao@datamaker.com.br
E por Raquel de Araújo, diretora de projetos raquel@datamaker.com.br
da DATAMAKER DESIGN
www.datamaker.com.br

23/07/2013

UM AMBIENTE AGRADÁVEL, A GENTE VÊ PELO CHEIRO.




Quem nunca  chegou em algum lugar e imediatamente alertou o dono da casa dizendo: Está cheirando gás, vá ver o que é? Normalmente o proprietário sente dificuldade em perceber o cheiro, pois este começou aos poucos e ele foi, gradativamente, acostumando-se com a situação.

Muitas vezes entramos em lojas, escritórios ou empresas e nos deparamos com coisas que nos causam um incômodo muito grande e quem trabalha ali, nem se dá conta disto.
Existem ambientes que apresentam iluminação muito clara, como certas farmácias com luzes brancas apocalípticas, que espantam qualquer um.

Lojas em que para se fazer ouvir em seu interior, é necessário gritar ou fazer mímica aos vendedores, pelo volume da música ambiente, são muito comuns.

Na verdade, quando se passa muito tempo em um determinado lugar, não se sente as coisas da mesma forma que alguém que acabou de entrar naquele lugar, sente. Portanto, pesquise se a iluminação da sua empresa é funcional, se o som ambiente contribui ou apenas incomoda (caixas de som fanhas ou rádios mal sintonizados, comprometem) e também se o cheiro é agradável. Questione se não há odor de mofo, bolor, pó, umidade ou outros mal cheiros.

O ideal é desenvolver e adotar um aroma agradável e personalizado para marcar o ambiente. Desta forma, as pessoas vão reconhecer sua empresa pelo cheiro.
Através da visão, da audição e também, do olfato, sua empresa estará, marcada positivamente, ou não, na memória das pessoas.

Por Luiz Renato Roble, diretor de criação criacao@datamaker.com.br
E por Raquel de Araújo, diretora de projetos raquel@datamaker.com.br
da DATAMAKER DESIGN
www.datamaker.com.br


CONHEÇA O TRABALHO DA DATAMAKER DESIGN :

Case: Identidade Visual Farmácias Trajano
Projeto de Marca e Design de Loja


































Luiz Renato Roble- Diretor de Criação
Raquel de Araújo - Diretora de Projetos

09/07/2013

NECESSÁRIO, SOMENTE O NECESSÁRIO





Existem muitos empresários, que apesar de trabalharem há anos no mercado, administram a imagem institucional de suas empresas como se estivessem fazendo uma reforma na sala de estar de suas casas.

Se existisse uma cartilha que apontasse alguns dos preceitos básicos que regem o pensamento estratégico dessas organizações, no quesito identidade corporativa, poderíamos encontrar itens mais ou menos assim:

1. Não é necessário se preocupar com logomarca. Ela não é importante. Basta que ela seja bonitinha, pois cedo ou tarde, pela insistência, acabará significando o que é ou o que faz a empresa.

2. Não é necessário contratar um escritório especializado para a criação ou redesenho da logomarca. Basta chamar o sobrinho da vizinha do Maciel, que ele faz no computador.

3. Não é necessário que uma logomarca tenha algum significado. Basta apenas que ela se pareça com alguma marca famosa e principalmente que esteja dentro de uma elipse.

4. Não é necessário ter muito cuidado na escolha da cor da logomarca da empresa. O importante é que ela tenha matizes de uma combinação equilibrada e homogênea, envolvendo as cores dos times dos sócios majoritários.

Não é necessário dizer que necessário mesmo é saber o que as pessoas querem e esperam de seus produtos e de seus serviços. Profissionais das áreas, de pesquisa,marketing, design, promoção e propaganda, devem saber  decodificar o que o mercado diz e concluir se algo é ou será bom ou não para sua marca.

Sem dúvida, é o cliente, a peça mais importante do carrossel. É a ele que se deve ouvir, mirar e agradar e não aos donos da empresa. Somente pensando assim é que teremos marcas e produtos cada vez mais fortes e duradouros.


 
Por Luiz Renato Roble, diretor de criação criacao@datamaker.com.br
E por Raquel de Araújo, diretora de projetos raquel@datamaker.com.br
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Case: Identidade Visual Impacto
Projeto de Marca, Fachada e Design de Ambiente

Nova Marca:



















Fachada Antiga:


















Fachada Layout:













Fachada Nova:




















Interior Antes:
 


Interior Layout:


















Interior Depois:




Interior Depois:


Sacolas:

Luiz Renato Roble- Diretor de Criação
Raquel de Araújo - Diretora de Projetos


25/06/2013

O VALOR DE UMA BOA IDÉIA






















Trabalhar com criatividade significa viver em uma busca incontinente
atrás de uma grande idéia. Na maioria das vezes, isto significa
chegar a mais simples das idéias, com simplicidade de forma e
resumo de conteúdo. Um bom exemplo disto é o slogan criado pela
Lage & Magy “ para a Aguardente 51 - “Uma boa idéia”. Hoje, muitos anos
depois, além de identificar e posicionar o produto no mercado com
criatividade e força, acabou tendo seu significado ampliado, tornando-se
o sinônimo popular para uma boa idéia.
 
Em design, boas idéias significam atingir a simplificação, o sintético,
em outras palavras, que se conseguiu descomplicar, chegar ao óbvio.
É como andar, andar para chegar onde deveria ter sido o ponto de partida.
A televisão com tela plana, o perfil aerodinâmico dos carros e a estrela da
Mercedes-Bens, são ótimos resultados em design, que parecem óbvios e
por isso, fáceis pois não poderiam ter sido diferentes. O engraçado é que
para se obter trabalhos com resultados “fáceis” assim, é preciso ter muita
experiência. Ou seja, é necessário ter a vivência para saber o que não se
deve fazer, para que o trabalho venha a obter aquilo que o cliente necessita.

O desafio do designer é acreditar na sua própria capacidade. Cada novo
trabalho, apresenta um público alvo diferente, um novo posicionamento
no mercado, novos tipos de concorrências, novas metas, novos objetivos
e novos conceitos a serem transmitidos através do design. Somente a
experiência conforta e garante que um novo desafio será transformado,
no final, através de uma boa idéia, em um case de sucesso.

O desafio do cliente é apostar na experiência do profissional ou da empresa
contratados e acreditar que da mesma forma que desenvolveram soluções
criativas para outros clientes ou para outros trabalhos já solicitados
anteriormente, estarão, através de um briefing bem passado, fazendo
valer o investimento, atingindo o resultado esperado no futuro. 


Por Luiz Renato Roble, diretor de criação criacao@datamaker.com.br
E por Raquel de Araújo, diretora de projetos raquel@datamaker.com.br
da DATAMAKER DESIGN
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Case: Identidade Visual TMT
Projeto de Marca e Design de Ambiente

























Logo

O símbolo da TMT, um triangulo vermelho, através de uma idéia simples,
foi utilizado como o destaque na criação da recepção da empresa.
Além de ser o ponto central do desenho do piso em granito,
ganha volume, se transformando em display, e ponto focal do ambiente,
destacando ao mesmo tempo a marca e os produtos fabricados pela empresa.


Layout


Implantação


Diretor de Criação: Luiz Renato Roble
Diretora de Projeto : Raquel de Araújo



05/08/2011

SAIBA ONDE DESEJA IR E VÁ ATÉ O FIM


O teatro nos ensina coisas que por serem tão simples, nunca esquecemos. A primeira delas, é sempre terminar o gesto e a segunda, nunca se esquecer da velhinha surda sentada na última fila do teatro.

Completar o gesto, no sentido teatral, significa que se, em cena, é começado a levantar o braço, deve-se continuar levantando-o até o fim, não deixando o movimento incompleto.

 A tradução dessa sabedoria cênica para o dia-a-dia, é que, se começamos fazer algo, devemos procurar fazê-lo de forma completa. Se, por exemplo, estamos trabalhando em um projeto de design, como a criação e a aplicação de uma marca, devemos cuidar para que o trabalho seja realmente aplicado corretamente em  sua totalidade.

Só conquistaremos qualidade total em tudo que fizermos , se tivermos como objetivo, alcançar resultados concretos e completos em tudo o que começarmos.

Saber se aquilo que é dito no palco, está sendo ouvido por aquela velhinha surda, sentadinha lá no fundão do teatro, significa ter consciência de que todos naquele recinto conseguem ouvir aquilo que está sendo falado, pois este deve ser o objetivo do ator em cena.

Traduzindo, não só devemos ir com as coisas que começamos até o fim, como também devemos prever este fim, saber onde queremos chegar. Ao trabalharmos a comunicação visual de um produto, por exemplo, devemos definir se esta comunicação é visualizada e compreendida por uma determinada fatia do mercado, o público alvo.

Se não houver tal consciência, você poderá estar jogando dinheiro fora. Pois pode-se tentar falar com muitos e acabar não conseguindo ser ouvido, justamente, por quem interessa ou se dirigir a poucos e ser plenamente compreendido, se é somente a eles que seu produto, realmente, interessa.

Por Luiz Renato Roble, diretor de criação criacao@datamaker.com.br
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Case: Loja de Calçados Infantil
Projeto de Marca e Design e Design de Fachada



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 






Nova Marca  - Loja de Calçados Infantil
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 







Fachada Original 


















Layout da Fachada    - Novo Projeto
















Nova Fachada - Implantação

31/07/2011

NÃO VENDA PRODUTOS. VENDA SONHOS.



















Outro dia, em um evento, um homem falava sobre sua profissão: “Eu vendo o melhor produto do mundo. O sonho de qualquer pessoa, pois quem já possui um, gostaria de ter outro: Eu vendo Imóveis”. Era notável como o tal homem falava de seu trabalho, pois ele respirava vendas. O que mais chamava a atenção, foi justamente sua colocação inicial, valorizando sua profissão e seu produto, tornando vendas e locações de imóveis, o que a princípio poderia ser algo banal e aborrecido, em um ícone do sonho de consumo da sociedade contemporânea.

Ele tem razão. Na verdade, as pessoas estudam e trabalham duro para vencer e progredir, desejando melhorar seu padrão de vida, ter conforto e principalmente adquirir bens que as satisfaçam. As pessoas lutam para realizar seus sonhos e o verbo comprar, invariavelmente, está relacionado com estas conquistas.

Para que uma compra seja um sonho, não é preciso que se trate de uma casa na praia ou de um apartamento maior. O simples ato de comprar uma margarina, pode estar, indiretamente, relacionado ao desejo de uma feliz manhã de sábado junto à família.

Ao comprar uma calça, uma mulher pode estar, indiretamente, conquistando aquela silhueta que ela não tem, mas que deseja ter. E quando compra um carro novo, uma pessoa pode estar adquirindo, também, uma idade ou um status que imagina para si.

O importante é que não estamos apenas vendendo ou comprando produtos ou serviços. É um pouco além disso. Vendemos sim, um conceito, uma miragem, um sonho que, com certeza, é muito mais forte do que o próprio produto. Quem trabalha no comércio deve acordar e trabalhar para que permita às pessoas concretizarem seus sonhos, seja lá qual forem eles. Na verdade, depois que as pessoas saem de casa, enfrentam um trânsito, normalmente complicado, encontram uma vaga no, sempre difícil, estacionamento de um shopping, caminham, olhando vitrines e finalmente, decidem entrar em uma loja, a intenção de compra já está lá, presente no íntimo delas, adormecida. Basta saber concretizar a venda. Realizar seus sonhos.

O engraçado é que a maioria das pessoas não se dá conta disto, nem os lojistas.
O ponto-de-venda, neste processo todo é fundamental e precisa estar envolto em uma nuvem de magia e sedução, para que o mais simples ou o mais sublime dos sonhos seja ali realizado. Isto pode e deve ser obtido através de um bom design aplicado na ambientação e na comunicação e de um atendimento profissional e surpreendente, não se esquecendo é claro, da qualidade dos produtos e serviços, ali oferecidos.

Por Luiz Renato Roble, diretor de criação criacao@datamaker.com.br
E Raquel de Araújo, diretora de projetos raquel@datamaker.com.br
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Case: Identidade Visual
Proje: Comunicação Visual Vitrines O Boticário

VERÃO

 
Em um dia quente de verão, a cauda de uma baleia Jubarte é flagrada no momento em que mergulha no oceano. A cena é representada através de uma escultura envolta em respingos materializados em resina transparente. Este conjunto é exposto em frente ao painel com um mar  azul impresso. No Display Básico a palavra verão é impressa em tons marinhos sobre uma chapa de policarbonato fosqueado com base em madeira.



CARNAVAL

Na passarela, a magia de pássaros que integram a fauna da Mata Atlântica.O Papa-moscas-de-leque, conhecido também como Maria-leque, orquestra este carnaval de cores e formas.
O painel  é construído através de dobraduras de papel formando um origami de efeito tridimensional. O Display Básico apresenta a palavra carnaval com alegria, ritmo e muita vibração.






INSTITUCIONAL

A Vitrine Institucional,  exibe uma imagem real de proteção à natureza. O Salto Morato, localizado em Guaraqueçaba, na reserva ambiental adquirida pela Fundação O Boticário de Proteção à Natureza, no Paraná.O painel uma ilustração de efeito cênico, impressa. Em sua base a ilustração adquire forma e as pedras tornam-se reais, trazendo o que é plano para o espaço.





















PÁSCOA

O significado da páscoa é o renascimento de uma nova vida. Através da conscientização sobre a importância da sobrevivência das tartarugas marinhas, mais de 1 milhão de filhotes já saíram de seus ovos e caminharam em direção ao mar. A cena apresentada através de escultura, possui como fundo, uma ilustração impressa , ambientando o momento da corrida “a vida no litoral brasileiro. O Display Básico apresenta na letra “O” da palavra páscoa, o ovo com a tartaruga nascendo.

 

















DIA DAS MÃES

Fim de tarde no pantanal, tendo um ninhal ao fundo, uma garça voa, em primeiro plano, trazendo alimento aos filhotes no ninho. Uma mistura de cenário com peças esculpidas e trabalhadas artesanalmente, é integrada a um ilustração , que tem a garça em destaque. O Display Básico traz a palavra “Mães” com as cores do pôr-do-sol impressa em silk-screen sobre chapa de policarbonato fosqueado.




DIA DOS NAMORADOS

Em um buritizal um casal de Araras-azuis namora cercados de folhas de palmeira. Utilizando vários materiais e técnicas como: chapa de policarbonato fosqueado, esculpidas em baixo relevo, palhas desidratadas e impressão , o Dia dos Namorados é apresentado de uma forma alegre e diferente. O Display Básico apresenta a palavra “ Namorados” impressa com formas e cores que entram no espírito romântico da vitrine.





DIA DOS PAIS

A beleza e o mistério do fundo do mar são apresentados de forma magistral, ao ambientar o cavalo-marinho em seu habitat natural. Conhecido apenas pelas características de sua forma curiosa, o cavalo-marinho, aqui representado em escultura sobre um cenário tridimensional, é quem gera os filhotes em sua bolsa marsupial. O fundo completa a cena subaquática. Entrando no espírito das águas o Display Básico apresenta a palavra “Pais” .




SECRETÁRIAS

As secretárias são homenageadas, através da beleza de um campo florido na primavera. A forma do frasco de uma deo-côlonia Living Flowers emoldurando a paisagem. A ilustração,  é completada pela materialização de flores reais sobre uma base. O Display Básico apresenta de uma forma harmônica o texto “Secretárias” impresso em silk-screen.




CRIANÇAS

O mico-leão-da-cara-preta , espécie em extinção, faz alegria das crianças no mês reservado a elas. O mico confeccionado em pelúcia está sobre um fundo que apresenta um visual de história em quadrinhos.  A palavra “Crianças” com grafia infantil é impressa de uma forma alegre e colorida.





NATAL

O Boticário encerra o ano homenageando todos aqueles que pensam ser a causa ecológica, uma forma de tornar o mundo melhor. Unidos como galhos de uma imensa árvore sentimos o espírito de natal enobrecendo nossas vidas. A idéia é exposta na vitrine através de escultura que apresenta brilho e transparência. O Display Básico apresenta a palavra “Natal” vazada no fundo vermelho .





Prêmio Colunistas Promoção Brasil: como o GRAND PRIX DE PEÇA PROMOCIONAL DO ANO  - ABRACOMP

Luiz Renato Roble, diretor de criação criacao@datamaker.com.br
Raquel de Araújo, diretora de projetos raquel@datamaker.com.br
da DATAMAKER DESIGN
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